Entraste em casa, e nem me deixaste falar, bebeste da minha boca, estavas sedento, nem conseguias raciocinar...Tuas mãos tinham vida própria, sabiam caminhos não explorados, eram incapazes de parar, meus olhos suplicavam a calma que a muito perderas, dizes que te estava sempre a te atiçar...
Peço que pares, mas a tua mão já tinha alcançado partes intimas de mim, e tu já não podias parar, já tinhas em mente aquele que seria um fim!
O meu corpo cede, e eu deixo de conseguir negar, é impossivel não ver que as minhas mãos também te exloram, que a minha lingua esta a comandar...
Sorries, dizes que o medo ficou na porta, agora fechado, por onde tiveste de entrar, eu olho para ti, digo que confio, que estou pronta a me entregar...
Voltamos a nos centrar um no outro na fome que estava a nos apertar... A tua lingua explora meus peitos, e cria circulos perfeitos que me estão a desmuronar...Minhas unhas contornam tuas costas, ancas, pernas, fazendo-te arrepiar...Dizes que sou doida, para ter calma...Ainda nos vamos magoar...
Mas no fundo não queres, preferes a loucura do desejo, que a calmaria de um amor...amamo-nos a noite toda, de forma doida, só restou nós encharcados em suor...
Sinto teu coração descompachado, enrrouquecido, mas a sempre a pedir, que o cansaço não venha, pois a fome ainda aperta, e que mais sensações queres sentir...
Sinto um cubo de gelo que desliza pelas minhas costas pronto a anunciar..a loucura de uma nova dança, um corpo que se arqueia, pronto a prazer dar...
E foi tudo uma dança de corpo, em que a mente esqueceu o lugar, o desejo foi o cavaleiro que o coche esteve sempre a comandar...
Agora nesta cama, saciados, eu me permito perceber...a beleza de um momento unico, de um sentimento lindo, algo que vale a pena viver...
E calma de um rosto, deitado a meu lado, como um anjo adormecido, é a prova de que fiz a escolha certa, é a amostra do que nunca deve ser perdido...
Um beijo doce
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